segunda-feira, 17 de setembro de 2018

De volta ao Lar Eterno: a celebração no Santuário Tabor Magnificat


Texto - Renata Orsato
Fotos - Renata Orsato e Handrey Prosdócimo

O último sábado, dia 15 de setembro, foi marcante para schoenstattianos de todas as partes do mundo. O Movimento Internacional de Schoenstatt pediu que todos os Santuários promovessem uma cerimônia em memória aos 50 anos da Páscoa do Pai Fundador do Movimento, o Padre José Kentenich.

E não foi diferente no Santuário Tabor Magnificat, de Curitiba/PR. A cerimônia, que teve início por volta das 15 horas, foi marcada por emoção e gratidão pela vida e atuação intensa do homem que se dedicou de corpo e alma à Missão de levar as graças da Mãe de Deus para o maior número de pessoas possível.



Um roteiro especialmente desenvolvido para a ocasião e traduzido para diversas línguas, conforme a localidade, foi apresentado junto a cenas e fotos da última Missa celebrada pelo Pe. José Kentenich na Igreja da Adoração, em Schoenstatt (Alemanha), durante a Festa das Sete Dores de Nossa Senhora. Justamente nesse dia ele foi chamado ao Lar Eterno, tendo repousado na sacristia da Igreja. As cenas do velório, Missa de Corpo Presente e enterro demonstraram o grande amor que os membros de diversos ramos e romeiros sentiam pelo Pai Fundador.

Os músicos contribuíram para que fosse também uma tarde de muito louvor e oração. Cada um dos ramos promoveu uma vivência diferente com belíssimas reflexões, que terminaram com uma alegre coreografia das Apóstolas Luzentes. Em seguida, elas entregaram a todos os presentes uma lembrança com pedaços de tecido que estiveram em contato com o chão em que o Padre faleceu. 







Missa Solene e Encerramento da Copa Pe. JK

Às 15 horas foi celebrada uma Missa Solene com homilia especial proferida pelo Padre Marcelo de Souza, capelão do Santuário, dedicada à Santidade vivenciada pelo Fundador, que também foi fortemente recomendada aos schoenstattianos por ele. 

Após, foi promovido o encerramento da Copa Padre Kentenich, com todas as equipes como vencedoras. A gincana reforçou um intenso sentimento de união e cooperação mútua entre os ramos, os quais se comprometem a irradiar a mensagem da Aliança de Amor com Maria. Um lanche comunitário fechou o dia de comemorações com "chave de ouro".



Em breve: vídeo do evento em nosso canal do Youtube

sábado, 15 de setembro de 2018

Acompanhe as transmissões do Jubileu Internacional



Fonte: Portal Nacional do Movimento de Schoenstatt (link para o original)

Nesse sábado, 15 de setembro, a Obra Internacional de Schoenstatt recorda os 50 anos de falecimento do seu fundador. Com alegria e gratidão pelo presente da vida do Pe. José Kentenich, em Schoenstatt haverá uma celebração internacional, ao redor do Santuário Original.
Todos que estão distantes e desejam participar, podem acompanhar ao vivo essas festividades pelo canal Schoenstatt TV.
Confira os horários de transmissão, segundo o horário de Brasília:

15 de setembro de 2018
2h (madrugada – horário de Brasília) – Missa jubilar do falecimento do Pe. José Kentenich, presidida por Dom Michael Gerber, na Igreja da Adoração
5h30min (horário de Brasília) – Santa Missa jubilar do falecimento do Pe. José Kentenich, presidida pelo arcebispo emérito Dom Robert Zollitsch e sermão do Pe. Alexandre Awi Mello
11h30min (horário de Brasília) – Celebração Internacional do 50º aniversário da morte do Pe. José Kentenich (pré-programa a partir das 11 horas)

16 de setembro de 2018
5h00 (horário de Brasília) – Missa festiva, presidida pelo Cardeal Reinhard Marx, presidente da Conferência Episcopal Alemã, na Igreja dos Peregrinos

Para assistir
Para acompanhara a transmissão acesse: schoenstatt-tv.de/PT/ e clique em “Livestream”

Roteiro para acompanhar
A celebração em Schoenstatt, das 11h às 12h30 (horário de Brasília), será traduzida simultaneamente em espanhol, inglês e português.

Renovação da janela na Capela do Fundador - Símbolo do dia 15 de setembro de 2018


Texto - Segundo uma explicação do Padre  Ludwig Güthlein – Diretor do Movimento de Schoenstatt na Alemanha

50 anos
Em diferentes contextos, o Padre Kentenich fala da importância de um período de 50 anos. Por exemplo, imediatamente após o Concílio Vaticano II, ele diz que devíamos contar que levaria 50 anos para se apresentarem os verdadeiros frutos do Concílio. Em relação à sua Fundação, ele disse que uma comunidade, depois de 50 anos, necessita de uma nova fundação. Em relação ao tempo pós-fundacional de Schoenstatt, numa conversa, ele disse que depois de 50 anos se poderia esperar que certos aspectos essenciais de uma fundação poderiam perder sua vitalidade. Mas uma genuína renovação das forças básicas poderia tornar possível também o desenvolvimento de uma geração com uma compreensão geral mais profunda e uma renovada realização dos objetivos de Schoenstatt. 

2014
As experiências do Jubileu foram uma profunda vivência da promessa da Mãe de Deus em relação ao segundo século de Schoenstatt como resposta à fidelidade à Aliança de Amor. O presente do Santuário Original faz parte do contexto do Jubileu. No Congresso de Pentecostes 2015 foi formulado em comum este passo na vastidão. Schoenstatt em saída quer, “repleto de espírito missionário, ... propor a todas as pessoas, para além de todas as fronteiras – até as periferias da sociedade – a Aliança de Amor como caminho e esperança” (Memorandum 2015).

Ano do Padre Kentenich
O Ano do Padre Kentenich 2017/2018, com o 50º aniversário da morte de nosso Fundador, despertou abundante vida em muitas comunidades, países e dioceses. Isto levou a procurar algo que marcasse o Ano do Padre Kentenich. Na Capela do Fundador, lugar onde nosso Fundador foi chamado para a eternidade, deveria ser documentada a nova etapa da nova fundação, 50 anos depois desse acontecimento. “Um início no Espírito Santo”, foi assim que o que Padre Menningen, já naqueles dias de setembro de 1968, denominou a confiança no atuar do Espírito Santo no tempo pós-fundacional de Schoenstatt.

Renovação da janela na Capela do Fundador
Na busca de uma expressão simbólica, surgiu a ideia da renovação da janela na Capela do Fundador. A pequena janela na Capela do Fundador será decorada com um motivo de Cenáculo, de Pentecostes. As chamas do Espírito Santo lembrarão o dia 15 de setembro de 1968. No contexto da imagem da MTA e da coroa, da cruz e do Símbolo do Pai, do sarcófago e do tapete no lugar da morte, a nova janela de vidro completará a mensagem iconográfica com a promessa futura de Pentecostes.
A senhora Maria Kiess (Munique) projetou o desenho. A janela será confeccionada pela Bayerischen Hofglasmalerei Gustav van Treeck.

No Cenáculo – unânimes – cor unum
O círculo representa um espaço que se torna o lugar da efusão do Espírito Santo. O lugar da volta ao lar eterno se torna o espaço da irrupção do Espírito Santo. O espaço da unidade na oração, no anseio, no “Cor unum in Patre” é o espaço para a nova fundação e a saída, para a profundidade e a extensão.

Centro irradiante
O centro irradiante do círculo representa a invasão do divino, no passado e no futuro. “A irrupção do divino quer vir de cima, mas também é vista de baixo para cima. Então, com isto queremos dizer: a irrupção do divino em cada alma e a partir daí, sua penetração na Família toda” (Weihnachtstagung – Congresso de Natal 1967). 

Chamas de Pentecostes – saída para a vastidão
“E apareceram-lhes, então, línguas como de fogo, que se repartiram e que pousaram sobre cada um deles” (Atos 2,3). O círculo se abre. As chamas brilham. Sete chamas representam a plenitude. O fogo de Pentecostes surge da união dos dons pessoais e da vocação de cada uma e de todas as nossas comunidades. Sobre cada cabeça há uma chama do Espírito. Isto está representado na imagem de Maria de Pentecostes “Maria Rainha dos Apóstolos”, de Vicente Pallotti. A coexistência da vocação de cada um, dos carismas e dos dons se faz presente no início da Igreja. É expressa a nova fundação e a nova edificação de Schoenstatt nas novas gerações, nos países e culturas.

15/09 - O Jubileu do falecimento do Pe. José Kentenich

Texto - Equipe de Comunicadores do Movimento Apostólico de Schoenstatt



Dá-nos de seu espírito de Fundador!

As mãos seguram a caneta que desliza criativa sobre o papel. No rosto, a expressão serena e confiante de que muitas coisas podem ser ainda projetadas. No sorriso discreto, a confiança filial que é sua marca singular...

Ao olhar esse papel em branco, muitas coisas vêm à mente sobre o que ele poderia estar escrevendo. Bem, não há como saber ao certo, o fato é que hoje, aqui e agora ele conta com nossas mãos para continuar a escrever essa história, fundados nos seus princípios, mas de modo criativo e não como meros repetidores.

50 anos se passaram desde o dia 15 de setembro de 1968, quando a Família de Schoenstatt se deparou com a notícia dura e, ao mesmo tempo, esperançosa:  faleceu o Pe. José Kentenich. A partir daí, já não se podia mais contar com sua presença terrena de Pai e educador, mas todos os filhos teriam a graça de tê-lo sempre presente, em uma grande comunhão espiritual.

Neste 15 de setembro de 2018, sua caneta está agora nas mãos de cada filho de Schoenstatt. Que palavras e expressões utilizaremos? Como serão os capítulos seguintes dessa história? “Esse é um desafio fascinante, por assim dizer, que Deus põe em nossas mãos. Todo fundador depende de seus filhos espirituais. Ele, por assim dizer, tem as mãos atadas, porque somos nós que o fazemos presente, que levamos seu carisma, partindo da convicção de que esse carisma não é apenas uma questão pessoal, mas é um presente de Deus para a Igreja, um presente do qual eu participo e essa é minha vocação. O fundador necessita de mim – hoje, eu sou seus braços, suas mãos, sua voz – não para levá-lo adiante, mas para levar adiante o presente que Deus oferece ao mundo por meio dele”, afirma a Ir. M. Elizabet Parodi, do Instituto Secular das Irmãs de Maria de Schoenstatt, pesquisadora da relação entre os fundadores e suas fundações.

Segundo indicam estudos, a Família de Schoenstatt – assim como outras fundações – vive um período importante de transição, ao alcançar os 50 anos da morte do fundador; é um momento ‘divisor de águas’. Depende dessa geração a vinculação ou o distanciamento do fundador e seu carisma. Por isso, este é um momento tão importante. Cabe a esta geração garantir que a pessoa e o carisma do Pe. Kentenich permaneçam vivos e ajudem a Igreja em sua grande missão evangelizadora, em sua missão de configurar a cultura em todo o mundo.

E como se faz isso?

Há muitas formas, mas, talvez, a mais direta e eficiente é o fazer-se filho. Porque, desse modo seu carisma torna-se nossa vivência pessoal e impregna toda a nossa vida e nossas ações. Garantimos sua presença e seu carisma permitindo que ele seja nosso Pai: meu Pai, seu Pai. Assim!

O ser paternal já está inscrito no coração dele e, antes que possamos ou consigamos chamá-lo de Pai, de sua boca já sai um sorriso que diz: Filho! Filha!

Dom Heinrich Tenhumberg salientava que o Pe. Kentenich “permitia que o chamasse de pai, aceitava-o somente na consciência de que procuravam e desejavam ver nele um transparente da bondade divina”.

A Ir. M. Petra Schnuerer, que foi secretária do fundador, nos diz: “Sejam muito simples diante de nosso Pai e Fundador, porque somos uma Família diferente das demais fundações. O Pai é Pai para sempre, para todos, não somente para aqueles que viviam em sua época. É seu Pai, é meu Pai e vai ser Pai dos que vivam 50 anos mais tarde, a única coisa que temos de fazer é nos abrirmos a ele, falar-lhe, olhar sua foto... Assim, tratem de ser muito singelos diante de nosso Fundador”.

Duas metas para uma mesma missão

Nossa geração se confronta com dois desafios cruciais para este jubileu de ouro, que se complementam mutuamente:

- O primeiro é garantir a vinculação ao fundador, ter o ouvido próximo ao seu coração para desvendar o mistério divino que ali habita. Só assim será possível cumprir a missão original que o Espírito Santo quer realizar na Igreja e no mundo por meio de Schoenstatt.

- Outra missão é abrir-se ao mundo e à realidade, sem perder a originalidade e a força do carisma do Fundador. Pois, como diz o Papa Francisco, “o carisma não se conserva tendo-o guardado; tem que abri-lo e deixar que saia, para que entre em contato com a realidade, com as pessoas, com suas inquietações e seus problemas. E assim, neste encontro fecundo com a realidade, o carisma cresce, se renova e também a realidade se transforma, se transfigura pela força espiritual que esse carisma leva consigo”.

Esses dois aspectos caminham juntos e torna mais bonita, livre e alegre a missão de escrever as novas linhas da história. Sem dúvidas, há muitos desafios, dúvidas e incertezas pelo caminho. Mas, não o trilhamos sozinhos. Duas coisas são certas: Temos uma Aliança de Amor com a Mãe e sua presença no Santuário;  o Pai coloca sua mão sobre a nossa e ajuda a continuar a história, basta ser filho, pedir e confiar no seu auxílio. 


sexta-feira, 14 de setembro de 2018

É amanhã! Venha para a Festa em memória ao Pe. JK!


Schoenstatt é missão! Uma resposta concreta para o “Schoenstatt em saída”


Texto - Franciane e Ricardo Wazen; Karen Bueno
Fotos - Joelma Polli

Representantes de mais de 15 cidades se reuniram em Curitiba/PR para o Encontro Nacional da Missão Familiar. Nos dias 7, 8 e 9 de setembro, o Santuário Tabor Magnificat foi local de reflexões, debates e oração sobre as perspectivas e a história da Missão Familiar, que hoje toca a vida de muitas pessoas no país.

Há 10 anos a Missão Familiar iniciou no Brasil, com a Família de Schoenstatt de Ibiporã/PR, e tem se espalhado para vários outros locais, tornando-se um característico trabalho apostólico. A Missão Familiar tem uma tônica diferente das demais que acontecem na Juventude de Schoenstatt e nas Missões Populares, justamente por ser formada por famílias que saem em missão e convivem sob o mesmo teto durante alguns dias, partilhando suas vidas e procurando levar Cristo e Maria a todos os que encontrarem.

Novas formas de evangelizar

Com a expansão desse projeto sentiu-se, há algum tempo, a necessidade das várias localidades se reunirem, juntamente com os assessores, e partilharem suas experiências, refletirem sobre os ecos encontrados, apontar pontos comuns e também agregar ideias que possam melhorar a Missão. Para isso iniciou-se o Encontro com a palestra do professor Robert Rautman que trouxe o contexto amplo da missão na Igreja, os novos desafios, enfatizando a necessidade de sempre buscar novas formas de evangelizar.

Segundo a Ir. M. Jacinta Donati, em seu tema abordado, Schoenstatt é missão, já nasce sendo missão. Ela recorda que o Pe. José Kentenich levou a Mãe e Rainha para tantos lugares e que Schoenstatt no Brasil é fruto disso – isso é missão, diz ela. Os participantes acompanharam, durante o encontro, testemunhos de missionários e de pessoas que foram missionadas, que tiveram suas as vidas transformadas mediante esse projeto.

Em busca de unidade nacional

Um dos momentos marcantes foi o testemunho do casal Rafael Frutos e Maria Estela Sanchez, do Paraguai, que veio para falar sobre as experiências de mais de 20 anos de missão nesse país. Eles também colocaram suas experiências pessoais e familiares, enriquecendo a conversa e trazendo muitas ideias.

Os participantes foram divididos em vários grupos de discussão para avaliar pontos chave como: os pilares e objetivos da Missão Familiar no Brasil, preparação prévia dos missionários, implementação de um acompanhamento das comunidades após a Missão, a abordagem da comunidade, padres e bispo da localidade, além da necessidade de uma unidade nacional mediante a criação de um grupo que represente todos os locais que fazem Missão a fim de apoiá-los e ser um elo comunicador.

Apesar do denso trabalho, os momentos de espiritualidade puderam acalmar os corações e fazer com que cada um estivesse mais aberto ao Espírito Santo, especialmente no momento de adoração na noite de sábado. Para finalizar, o envio em frente ao Santuário fez com que todos sentissem que a missão continua. Assim, retornaram com entusiasmo e alegria para os lares, repletos da certeza de que a Mãe quer que humildemente a levem para todos os lugares, especialmente àqueles a quem Ela deseja transformar. “Ela é a grande missionária, Ela realizará milagres!”

Preparação ao Jubileu Pe. JK - Regresso à Casa do Pai

Arte e Texto - Equipe de Comunicadores do Movimento Apostólico de Schoenstatt


quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Preparação ao Jubileu Pe. JK - Reconhecimento pela Igreja

Arte e Texto - Equipe de Comunicadores do Movimento Apostólico de Schoenstatt


Tempo de vitória!

Natal de 1965, Padre Kentenich regressou para o berço de sua Obra. O Fundador voltou!
No dia 13 de setembro de 1965, Pe. Kentenich recebe um misterioso telegrama, solicitando sua presença imediata em Roma – não se sabe quem nem de onde essa correspondência foi enviada. Pe. Kentenich, convicto, reconhece como ação do próprio Arcanjo São Miguel!
Em 22 de outubro, o Papa Paulo VI o recebe em audiência e confirma a resolução dos Cardeais, encerrando oficialmente o exílio do Pe. Kentenich, exatamente 14 anos após ele ter deixado Schoenstatt.
O Fundador prometeu ao Papa Paulo IV “a colaboração de Schoenstatt para a realização da missão pós-conciliar da Igreja”.
Com alegria e gratidão, ao chegar a Schoenstatt, no Natal de 1965 – para nós a noite santa – nosso Pai e Fundador, com suas palavras, nos encanta:
“...Não gostaria de ficar na terra. Gostaria de, com os senhores e as senhoras, subir até as estrelas, subir até os céus. Perscrutar o coração de Deus, tentar descobrir os planos de Deus...” JK
Neste tempo jubilar, eis nossa missão: ser profeta e missionário e, para o mundo, ser resposta: SIM Pai, vamos contigo!

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Preparação ao Jubileu Pe. JK - Entrega do seu carisma às autoridades da Igreja

Arte e Texto - Equipe de Comunicadores do Movimento Apostólico de Schoenstatt


"Schoenstatt coração da igreja. Esta é precisamente a nossa missão. Temos que anunciar, viver e realizar o grande poder do amor!" Pe. José Kentenich


terça-feira, 11 de setembro de 2018

Preparação ao Jubileu Pe. JK - Viagens Missionárias

Arte e Texto - Equipe de Comunicadores do Movimento Apostólico de Schoenstatt


Viagens Missionárias


De 1947 à 1952 o Padre José Kentenich inicia um período de viagens missionárias. Ele visita a África do Sul,a América do Sul e a América do Norte.  

Este período foi fecundo para a Família de Schoenstatt. O Pai e Fundador visitou os seus filhos, pisou a sua terra, tomou parte de sua realidade. Ele veio “contemplar as glória de Maria” em nossa terra e testemunhar, que em sua vida, “a Mãe teve o perfeito cuidado de tudo”.

Ele inaugurou Santuários e abençoou o inicio da construção de outros, sempre semeando a palavra da vitoriosidade, da veracidade, da alegria, da liberdade, da pureza e do amor, num viver e atuar orgânicos.

Reflexão:

Somos frutos e herança das visitas missionárias do Pai e Fundador, seu carisma habita em nosso coração e não podemos deixar que esta chama se apague.

“Dá-nos de seu fogo! Dá-nos de seu espírito de Fundador! Faze que seu carisma esteja tão vivo em nós, que possamos plasmar o futuro da Igreja e da sociedade. Sua visão seja a nossa visão: que na força da Aliança de Amor surja um mundo novo, no qual possamos gerar uma cultura da Aliança em todos os lugares onde vivemos e atuamos.”

“Unidos ao Pai e Profeta, por uma nova terra mariana,” fazendo do mundo um novo Tabor, onde poderemos dizer “aqui é bom estar”.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018